quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Nossa Senhora do Campo, Rossas, Arouca
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Faz cinco anos a flor mais linda do meu jardim...
terça-feira, 3 de julho de 2012
Falta de Estacionamento no Centro de Rossas
Não conhecendo até agora qualquer deligência da Junta de Freguesia de Rossas relativamente a uma notória e cada vez mais preocupante lacuna no centro da freguesia de Rossas, o que lamento, tomo boa nota da iniciativa do senhor Vereador Paulo Teixeira em se ter deslocado a Rossas para aí se inteirar do problema e em alertar para o facto de não haver lugares de estacionamento suficientes no centro da freguesia de Rossas.
Este alerta do senhor Vereador, assim como a boa sujestão de solução, está vertido nas páginas da última edição do jornal "Discurso Directo" e espero que, oportunamente, possa ter eco nas próprias reuniões do executivo camarário, mas, também da própria Junta, da própria Assembleia de Freguesia e Assembleia Municipal.
Na minha opinião, deve ser uma lacuna a superar ainda antes de inaugurado o Pólo Escolar de Rossas!
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domingo, 24 de junho de 2012
BLOG "FOLCLORE DE AROUCA"
O Blog Folclore de Arouca, actualizado por Adérito Ribeiro e António Gabriel, é já um excelente contributo para a divulgação da história de Arouca e dos Arouquenses, na vertente folclórica, das lendas, cantigas, tradições e usos populares. É também uma vertente dinâmica, e por isso mais interessante, sobre um tema a propósito do qual também me debrucei parcialmente há dez anos atrás, ao elaborar o Catálogo de Folclore Arouquense para a Federação das Associações do Município de Arouca. É, por isso, com interesse que estou a seguir este trabalho.
Parabéns aos administradores do Blog!
Parabéns aos administradores do Blog!
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ESTÓRIAS DA HISTÓRIA DE AROUCA
sábado, 16 de junho de 2012
Está a andar a Roda do GCRR...
Este fim-de-semana, o GCRR - Grupo Cultural e Recreativo de Rossas está a assinalar mais um ano de vida. Já lá vão 31 anos desde que esta dinâmica associação da freguesia de Rossas, que se tem afirmado em diversas áreas da Cultura, Música, Desporto e Recreio, mas, principalmente no Teatro, foi fundada.
Actualmente, para além das actividades a que se dedica com empenho e quase profissionalismo, os Recreativos de Rossas estão também empenhados na conclusão da sua futura sede social, junta ao Parque de Jogos e Lazer de Sinja. Simbólicamente, no passado dia 11 de Junho, dia correspondente ao da fundação, os próprios elementos da Direcção, liderados por Mário Teixeira Soares, e alguns associados, assumiram o empreendimento de colocar em funcionamento a Roda da futura sede. Como é sabido, no espaço que agora está a ser reconvertido para dar lugar à futura sede do GCRR, funcionou até meados da década de 90 do século passado um dos dois Lagares de Azeite então existentes na freguesia. No projecto de arquitectura, para além da recuperação de um antigo Moinho anexo, entre o edifício e o Rio Urtigosa, a Direcção do GCRR fez questão de manter a Roda que então fazia mover as mós no interior do Lagar, que tal como a roda do Moinho, para mero embelezamento, continuará a funcionar acionada pela força da água.
Mas, porque o fim-de-semana é de comemoração e recordação, a escritura pública de constituição do Grupo Cultural e Recreativo de Rossas, foi outorgada em 11 de Junho de 1981, sendo fundadores o Padre José Moreira Duarte, do Passal; Manuel Teixeira Soares, de Sinja; Matilde Ferraz de Pinho, de Sinja; Maria de Fátima Gonçalves Almeida Soares, de Sinja; Palmira da Silva Brandão, da Póvoa; Luciana da Costa Pereira, do Vale; Maria Carminda de Pinho Augusto, da Comenda; Joaquim de Pinho Brandão, do Paço; Angelina Brandão Martins, da Barroca; Mário Teixeira Soares e Isabel Teixeira Soares, do Vale.
Parabéns a todos quantos muito fizeram e continuam a fazer para que o seu objecto estatutário continue a concretizar-se, para realização recreativa, desportiva e cultural dos seus associados, amigos e das comunidades rossense e arouquense.
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Grupo Cultural e Recreativo de Rossas
quarta-feira, 16 de maio de 2012
sexta-feira, 11 de maio de 2012
RÁDIO REGIONAL DE AROUCA
Foi com sentimento de justiça que vi a entrega da Medalha de Mérito Municípal, Grau Ouro, por parte da Câmara Municipal de Arouca à Rádio Regional de Arouca ou, talvez melhor dizendo, a Adelino Pinho, seu fundador e director.
Confesso que não ouço a Nossa Rádio com regularidade. Apenas pontualmente. Mas, tenho que reconhecer que é um trabalho magnífico do meu conterrâneo, o senhor Adelino Pinho, que a ele se entregou de alma e coração, criando uma obra que é hoje Património de Arouca e dos Arouquenses. Uma obra que levou mais longe o nome da Nossa terra ainda antes disso ser possível por outras formas e por outros meios.
Confesso que não ouço a Nossa Rádio com regularidade. Apenas pontualmente. Mas, tenho que reconhecer que é um trabalho magnífico do meu conterrâneo, o senhor Adelino Pinho, que a ele se entregou de alma e coração, criando uma obra que é hoje Património de Arouca e dos Arouquenses. Uma obra que levou mais longe o nome da Nossa terra ainda antes disso ser possível por outras formas e por outros meios.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
FESTA EM HONRA DE SANTA MAFALDA
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terça-feira, 10 de abril de 2012
A extraordinária oportunidade desta Páscoa...
O extraordinário achado desta Páscoa...
No passado dia 6 de Abril de 2012, reparei que se encontravam duas pedras soltas junto ao canteiro exterior e portão do cemitério paroquial de Rossas; sendo que, numa dessas pedras, vislumbrei de imediato a inscrição de dois algarismos em baixo relevo. Pelo que logo verifiquei não se tratar de uma simples pedra. Mais, trata-se mesmo de uma inscrição que me é “familiar” e, por isso, a maior atenção que me mereceu.
No âmbito de um trabalho que tenho em curso – ROSSAS – Inventário Natural, Patrimonial e Sociológico –, entre outros temas abordados no capítulo epigrafado de “RELIGIÃO”, como não podia deixar de ser, dediquei um à história da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Rossas. O templo actual, como é sabido, é o resultado de uma reforma geral, que terá mesmo implicado uma mudança de local, levada a cabo na primeira metade do século XVII, e uma mais ligeira, a nível de forros, soalhos e talhas, realizada em meados do século XVIII. Primitivamente, existiu uma igreja mais humilde, cuja edificação e administração remontaria ao tempo dos fundadores da mesma, aquando do povoamento do pequeno vale de Rossas, anteriormente ao estabelecimento da Comenda da Ordem dos Hospitalários, hoje mais conhecida como Ordem de Malta.
domingo, 1 de abril de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
A propósito da antiga matriz e cemitério de São Bartolomeu de Arouca, das revoltas passadas e presentes…
Nos últimos tempos, a reboque das intervenções que estão a decorrer no centro da vila, nomeadamente na Praça Brandão de Vasconcelos e nas imediações do Mosteiro, muito se tem falado de património, nomeadamente dos elementos que a intervenção com vista à regeneração tem trazido à consideração. No entanto, muitos têm sido aqueles que se têm servido do que vai aparecendo apenas para sustentar posições políticas e poucos têm sido aqueles que têm aproveitado o ensejo para cavar mais fundo, confrontando e/ou confirmando as teses daqueles que sobre esse património investigaram e escreveram, ousando, assim, ir para além das estórias, oferecendo novos contributos e novas leituras à história da nossa terra e da nossa gente.sexta-feira, 23 de março de 2012
Últimas escavações na Praça Brandão de Vasconcelos revelam ossadas humanas
Um achado recente de partes de esqueletos humanos, anteriores à edificação da antiga igreja de São Bartolomeu de Arouca, foi revelado esta semana.
Decorreu no passado dia 22 de Março uma visita guiada às obras de regeneração da Praça Brandão de Vasconcelos, no centro histórico da vila de Arouca, em que o objectivo da autarquia foi dar a conhecer os achados arqueológicos, com destaque para as fundações da antiga igreja paroquial de São Bartolomeu e para dois vestígios recentes de ossadas, anteriores à construção do templo. Para a comitiva estavam convidados os membros da Assembleia Municipal, os comerciantes da zona envolvente às obras, e a associação que mais tem contestado a opção urbanística de alteração daquele espaço central. «Quisemos que se evitasse mais especulação a propósito das revelações que um jornal local [o RV] deu ao apresentar fotografias de ossadas, que não eram humanas», afirmou Artur Neves no local.
Os trabalhos de arqueologia decorrem já desde o passado mês de Novembro, num acompanhamento «exaustivo» em todas as frentes de obra, havia já referido o mesmo autarca na última Assembleia Municipal. «A equipa técnica tem trabalhado de forma altamente profissional, sob a coordenação dos arqueólogos Helena Marçal e João Rebuge», dá conta a Câmara em comunicado distribuído à comunicação social.
Decorreu no passado dia 22 de Março uma visita guiada às obras de regeneração da Praça Brandão de Vasconcelos, no centro histórico da vila de Arouca, em que o objectivo da autarquia foi dar a conhecer os achados arqueológicos, com destaque para as fundações da antiga igreja paroquial de São Bartolomeu e para dois vestígios recentes de ossadas, anteriores à construção do templo. Para a comitiva estavam convidados os membros da Assembleia Municipal, os comerciantes da zona envolvente às obras, e a associação que mais tem contestado a opção urbanística de alteração daquele espaço central. «Quisemos que se evitasse mais especulação a propósito das revelações que um jornal local [o RV] deu ao apresentar fotografias de ossadas, que não eram humanas», afirmou Artur Neves no local.
Os trabalhos de arqueologia decorrem já desde o passado mês de Novembro, num acompanhamento «exaustivo» em todas as frentes de obra, havia já referido o mesmo autarca na última Assembleia Municipal. «A equipa técnica tem trabalhado de forma altamente profissional, sob a coordenação dos arqueólogos Helena Marçal e João Rebuge», dá conta a Câmara em comunicado distribuído à comunicação social.
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quarta-feira, 21 de março de 2012
Eventual fusão no Norte "empata" obras com financiamento garantido em Arouca e Castelo de Paiva
Os autarcas de Arouca e Castelo de Paiva alertaram hoje que a eventual fusão dos sistemas intermunicipais de abastecimento e saneamento do Norte está a pôr em risco o financiamento comunitário já garantido para as obras nos seus concelhos.
José Artur Neves, presidente da Câmara de Arouca, diz-se "desolado e revoltado" com a proposta de fundir numa só empresa os quatro sistemas multimunicipais, por considerar que, sendo tardia, a medida "só vem empatar" os projetos com que certas autarquias querem avançar e que, na sua opinião, o Governo prefere impedir.
"Esta eventual fusão não tem nada de positivo", declarou o autarca de Arouca à Lusa. "Teria lógica há muitos anos, quando era preciso que todos os municípios trabalhassem no mesmo sentido em vez de cada um fazer como lhe apetece, mas, se não houve solidariedade nessa altura, não é agora que o Governo pode pedir que os municípios que conseguiram ser sustentáveis sejam solidários com os que têm dívidas".
José Artur Neves reconhece a situação "difícil" dos municípios de Trás-os-Montes, onde o preço da água é mais caro e haveria vantagens na fusão, mas afirma que "se não houve uma política acertada desde o início nesta matéria, não se pode pedir agora a quem tem as tarifas mais baixas que as vá subir para ajudar os outros".
José Artur Neves, presidente da Câmara de Arouca, diz-se "desolado e revoltado" com a proposta de fundir numa só empresa os quatro sistemas multimunicipais, por considerar que, sendo tardia, a medida "só vem empatar" os projetos com que certas autarquias querem avançar e que, na sua opinião, o Governo prefere impedir.
"Esta eventual fusão não tem nada de positivo", declarou o autarca de Arouca à Lusa. "Teria lógica há muitos anos, quando era preciso que todos os municípios trabalhassem no mesmo sentido em vez de cada um fazer como lhe apetece, mas, se não houve solidariedade nessa altura, não é agora que o Governo pode pedir que os municípios que conseguiram ser sustentáveis sejam solidários com os que têm dívidas".
José Artur Neves reconhece a situação "difícil" dos municípios de Trás-os-Montes, onde o preço da água é mais caro e haveria vantagens na fusão, mas afirma que "se não houve uma política acertada desde o início nesta matéria, não se pode pedir agora a quem tem as tarifas mais baixas que as vá subir para ajudar os outros".
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sábado, 17 de março de 2012
IGESPAR não autoriza que se trabalhe as pedras acrescentadas na reconstituição do Portal do Terreiro
Ainda decorriam os trabalhos de reimplantação do antigo Portal do Terreiro de Santa Mafalda, já os transeuntes se questionavam se as pedras novas acrescentadas na reconstituição seriam para ficar assim, sem ser trabalhadas, diferenciando-se no conjunto. É verdade! O IGESPAR defende a demarcação entre o antigo e o novo e, contráriamente à opinião que lhe terá sido veiculada pela própria Câmara Municipal, não autorizou que as mesmas fossem trabalhadas.Com o devido respeito pela corrente que parece estar em voga, até porque não sou autorizado na matéria, julgo que essa diferenciação não se deveria aplicar a peças de conjunto, mas, apenas, a construções ou colocação de elementos anexos e/ou paralelos a outros já existentes. O que defendo até! Agora, no caso concreto, e no mais, a corrente em voga parece pretender referir que os canteiros do nosso tempo não trabalham as pedras como as trabalhavam os canteiros de tempos idos. O que é um tremendo disparate e um tamanho desapreço pela arte e habilidade do nosso tempo. O que ali fica patente não é uma distinção entre o que é novo e o que é antigo, mas, antes uma distinção entre o que é novo e não está trabalhado e o que é antigo e está trabalhado. Coisa bem diferente e que, no caso em apreço, não faz sentido. Mais! Fica a atenção que o conjunto merece, completamente desviada para o pormenor das pedras não trabalhadas que lhe foram acrescentadas. Chamará a atenção não pela sua beleza arquitectónica de conjunto, mas pela diferenciação que uma corrente em voga lhe resolveu implementar! É mesmo um abuso que se utilize uma peça antiga para evidenciar uma corrente em voga!
Poderei estar enganado, mas, julgo ter vislumbrado recentemente na Cerca do Mosteiro, algumas das pedras que se diziam estar em falta e, por isso, deram lugar àqueles novos acrescentos. O que se lamenta!
sexta-feira, 9 de março de 2012
Centro Cultural de Rossas vai ser requalificado
Segundo a edição desta semana do jornal "Discurso Directo", a Junta de Freguesia de Rossas terá pedido ajuda à Câmara Municipal para fazer um projecto de remodelação do Centro Cultural, sito no lugar do Paço.
Desde há muito que defendo que aquele edifício necessita de uma reorganização das valências que alberga e uma melhor redefinição das utilidades e serviços que aí deverão ser colocados ao serviço da população. Tive mesmo oportunidade de deixar algumas ideias/recomendações no período em que integrei a Assembleia de Freguesia. Sou, portanto, a favor de uma reorganização daquele equipamento e de tudo o que vá no sentido de melhorar as suas condições, nomeadamente, para a realização de espectáculos culturais, especialmente de Teatro.
No entanto, e até por uma questão de coesão da freguesia, mas também de credibilidade da própria Junta, parece-me que esta intenção não deveria ter ultrapassado outras intenções e promessas mais antigas e que deveriam ser prioritárias, nomeadamente a da construção de uma Casa da Cultura no lugar de Provizende.
Com os melhoramentos que estão a ser realizados na parte baixa da freguesia (construção do Pólo Escolar de Rossas, Arranjo urbano do troço Senras - Fonte e da Beneficiação da Avenida da Barroca ao fundo do Paço), parece-me que a altura, pela referida coesão e até por uma questão de justiça para com a parte alta da freguesia, era de chamar algum investimento para aquele que é o lugar mais populoso e mais distante do centro da freguesia de Rossas. Mas, mais do que minha, certamente, esta deveria ser uma visão e preocupação da Junta de Freguesia, uma vontade e reivindicação da população de Provizende!
Desde há muito que defendo que aquele edifício necessita de uma reorganização das valências que alberga e uma melhor redefinição das utilidades e serviços que aí deverão ser colocados ao serviço da população. Tive mesmo oportunidade de deixar algumas ideias/recomendações no período em que integrei a Assembleia de Freguesia. Sou, portanto, a favor de uma reorganização daquele equipamento e de tudo o que vá no sentido de melhorar as suas condições, nomeadamente, para a realização de espectáculos culturais, especialmente de Teatro.
No entanto, e até por uma questão de coesão da freguesia, mas também de credibilidade da própria Junta, parece-me que esta intenção não deveria ter ultrapassado outras intenções e promessas mais antigas e que deveriam ser prioritárias, nomeadamente a da construção de uma Casa da Cultura no lugar de Provizende.
Com os melhoramentos que estão a ser realizados na parte baixa da freguesia (construção do Pólo Escolar de Rossas, Arranjo urbano do troço Senras - Fonte e da Beneficiação da Avenida da Barroca ao fundo do Paço), parece-me que a altura, pela referida coesão e até por uma questão de justiça para com a parte alta da freguesia, era de chamar algum investimento para aquele que é o lugar mais populoso e mais distante do centro da freguesia de Rossas. Mas, mais do que minha, certamente, esta deveria ser uma visão e preocupação da Junta de Freguesia, uma vontade e reivindicação da população de Provizende!
Na oportunidade, e em face destas novas intenções, impõe-se, portanto, a pergunta: o que foi feito do projecto para a Construção da Casa da Cultura de Provizende que estava quase pronto em 2006 e cuja obra era para arrancar ainda antes do final desse ano?
Mas, a oportunidade é também a de chamar a atenção da própria população da parte alta da freguesia e denunciar a sua aparente demissão de lutar por objectivos legítimos antigos, deixando inclusive de marcar presença assídua e reivindicativa nas assembleias de freguesia, como aconteceu outrora!
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sábado, 3 de março de 2012
A reboque do convite da Câmara à Olhares Contemporâneos para realizar um livro de fotografias...
A Câmara Municipal convidou a associação "Olhares Contemporâneos - Associação de Fotografia", a realizar um livro com fotografias de Arouca. Não sei se o tempo que vivemos reserva orçamento para essas coisas, mas, se houver folga para isso, nada contra. Acho mesmo merecido o convite à jovem associação, cujo talento dos seus dirigentes e associados para a fotografia tem vindo a ser evidenciado, revelando frequentemente os melhores planos, aspectos, elementos e enquadramentos que a nossa terra oferece.
Mas, entretanto, e como já aqui havia chamado à atenção da Câmara, e até feito um pedido à associação, podia o Município desafiar os elementos da "Olhares Contemporâneos" a captar as melhores perspectivas do Património de Arouca, nomeadamente, para dar outra imagem à promoção que dele se procura fazer, esquecendo, no entanto, os pormenores e as devidas e necessárias actualizações, de que é exemplo o próprio sítio oficial do município.
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sexta-feira, 2 de março de 2012
Património Arqueológico de Escariz esquecido...
Logo que me apercebi que a edição do jornal "Discurso Directo" desta semana trazia uma entrevista à presidente da Junta de Freguesia de Escariz, confesso que tive esperança de ver aí colocada alguma questão sobre o estado do vasto património arqueológico daquela importante freguesia de Arouca. Mas, não! Não lhe foi colocada qualquer pergunta e Fernanda Oliveira também não reconduziu qualquer resposta para esse tema. É pena! Recordo que foi o tema mais desenvolvido numa das suas primeiras entrevistas enquanto presidente de Junta e, então, teve muito a referir e a prometer, mas, entretanto... Entretanto, não sei!
Para a Páscoa, como que a repisar as pegadas de Pinho Brandão, quando por ali andou com os seus alunos a escavar aqueles importantes conjuntos, alguns deles classificados como Património Nacional, dou lá um saltinho...
Entretanto, - mais um de muitos "entretantos" - espero que alguma associação, algum autarca e/ou vereador se lembre daquele património e se preocupe com o estado em que se encontra e com a sua valorização e divulgação, para que o "entretanto" que encontrei há cinco anos não perdure por muito mais tempo, a desvalor e prejuízo daqueles elementos em particular, mas, também do património e história daquela freguesia, do concelho e até nacional.
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Sobre a venda em hasta pública da sede de uma associação juvenil de Arouca
Segundo a última edição do jornal "Discurso Directo", foi recentemente vendido em hasta pública o edifício sede de uma das mais conhecidas associações juvenis de Arouca.
É certo que a associação em causa se encontrava há já alguns anos sem actividade relevante, muito por força de falta de renovação dos seus Órgãos Sociais, mas, como foi possível dar-se este desfecho com um imóvel construído, na sua maior parte, com dinheiros públicos? É razão para perguntar que intervenção tiveram, se é que foram chamadas a ter ou tão-pouco tiveram conhecimento da situação, e que diligências foram desenvolvidas pelas estruturas representativas do associativismo, que no caso concreto da associação em causa vão desde a FAMA - Federação das Associações do Município de Arouca, passando pela FAJDA - Federação das Associações Juvenis do Distrito de Aveiro à FNAJ - Federação Nacional das Associações Juvenis, em que é federada. E a respectiva Junta de Freguesia e o Município, que contribuíram ao longo dos anos com apoios e subsídios, nomeadamente para a construção daquela sede, o que fizeram para impedir que este imóvel fosse parar a mãos privadas?
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
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