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domingo, 12 de outubro de 2008

Sobre as coisas do Estado e o estado das coisas...

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«O Presidente da República apelou, este sábado, à união dos portugueses e defendeu que este não é o momento para divisões. Para Cavaco Silva, os agentes políticos têm a responsabilidade de procurar mobilizar os cidadãos para enfrentarem a crise juntos.»Esta declaração presidencial é muito mazinha para Manuela Ferreira Leite. Como é evidente, "mobilizar" não é um verbo que ela saiba conjugar, nem sequer no que respeita aos seus próprios apoiantes...
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"Embuste"

Num artigo no Jornal de Notícias, o ex-líder do PSD, Luís Filipe Meneses, considera a liderança de Manuela Ferreira Leite um «embuste» e apela à revolta dos militantes, antes que seja tarde.Decididamente, as hipóteses de pacificação interna do PSD são tantas quanto as suas chances de ganhar as próximas eleições. E à medida que o tempo passa sem que as coisas mudem, o nervosismo tenderá a aumentar. É de prever que dentro de poucos meses serão cada vez menos os que quererão ficar no filme da derrota iminente até ao fim...
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Antologia do anedotário político

«Liderança do PSD: Presidente do Governo regional da Madeira quer lugar de Ferreira Leite. João Jardim desembarca em Lisboa».
Pobre PSD! Que mais está para lhe acontecer?!
por Vital Moreira,

Sobre as coisas do Estado e o estado das coisas...

Mais uma semana sem que se tenha dado pela existência de Manuela Ferreira Leite, a líder do PSD até esteve sentadinha na cerimonia do 5 de Outubro, ao que dizem já terá convidado Santana para candidato a Lisboa, mas o voto de silêncio continua. Aliás, é tão levado a sério que já duvido que Manuela Ferreira Leite seja candidata a primeiro-ministro, isto parece mais um estágio para dar entrada no convento da Cartuxa.

Sobre as coisas do Estado e o estado das coisas...

É uma ironia do destino que o BPN tenha sido o primeiro banco português onde a crise financeira bateu à porta. Este banco com ramificações que vão desde as secretas a gente importante do PSD, foi um banco criado por Oliveira e Costa e Dias Loureiro, o primeiro foi simultaneamente secretário de Estado do Orçamento e tesoureiro do PSD, o segundo foi secretário-geral do PSD e ministro da Administração Interno. Ambos são hoje homens ricos, algo que não eram quando chegaram à política atrelados ao BX de Cavaco Silva.