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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

«O grande banquete da pátria está a ser servido aos senhores feudais com lugar sentado.»

CFA, in Revista

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Dizia Eça de Queirós, em 1871: "Estamos perdidos há muito tempo... O país perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada. ...Os caracteres corrompidos. A prática da vida tem por única direcção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido. Não há instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Ninguém crê na honestidade dos homens públicos. Alguns agiotas felizes exploram. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente. O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências. Diz-se por toda a parte, o país está perdido! Algum opositor do actual governo? Não! "

Desta vez, Sim! Desta vez, muitos!

sábado, 19 de março de 2011

Absolutamente contra uma crise política!

Nas e pelas circunstâncias actuais sou absolutamente contra uma crise política. Tanto mais se despoletada pelo principal partido da oposição.
O ponto a que chegamos é o mais desgraçado a que poderia chegar esta nossa democracia. Mas, apesar de há muito defender reformas profundas, o quadro político e constitucional é o que existe e não vai ser à pressa - até porque esta é má conselheira - que se vão modificar as regras e possibilitar outras soluções para além das previsíveis. Demasiadamente previsíveis, até mesmo nos resultados.
Apesar de tudo, principalmente do facto de termos um Governo completamente descredibilizado e sem soluções para endireitar a Nau em que todos estamos colocados, temos, presentemente, e apesar da indisfarçável vontade de governar, temos na oposição uma solução alterantiva com maior credibilidade. Pedro Passos Coelho conseguiu conferir maior credibilidade ao maior partido da oposição. Este factor, é um garante que não existia antes de Pedro Passos Coelho e, a menos que este partido obtenha uma maioria confortável, poderá não existir depois dele, se neste momento se despoletar uma crise política.
Sou absolutamente crítico do ponto em que se colocou o líder do PSD, em face da armadilha que lhe lançou o líder do Governo. Foi imediata a transferência do ónus pelo agravamento da crise económico-financeira com uma crise política. O PSD, por mais boa vontade que tenha, terá de ter presente não dispor de soluções milagrosas e necessitar de se socorrer de meios e estratégias impopulares de efeito e resultado imediato, idênticas às que agora estão a ser adoptadas para conseguir fazer face à situação em que nos encontrámos. A isso obriga a miserável situação produtiva do nosso país, que a este tipo de esforços nos obrigará por mais uns bons anos, que poderão ser muitos se entretanto não se perceber que é necessário por este país a produzir.
Subir ao poder neste momento, significa embarcar numa situação sobre a qual não tem nem terá absoluto domínio e, neste sentido, depressa dividirá opiniões e provocará cisões, com a consequente fragilização. Depressa poderemos estar deparados com um novo governo descredibilizado e, aí, com uma oposição sem ponta por onde se lhe pegue, mas, dura e enraivecida.
Não vai ser bom para Pedro Passos Coelho recuar do ponto em que se colocou com as reacções a este anuncio antecipado do PEC IV (que sabe não ser extraordinário), mas, poderá não ser o pior para si, para o PSD e para o país, afinal o que mais importa, antes de tudo o mais!
Quanto a eleições antecipadas, com ou sem crise, começa a ser um cenário inevitável.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Sobre a reeleição de Cavaco Silva

Fiquei contente com os resultados das eleições presidenciais que, de resto, corresponderam às minhas expectativas. Desejo um mandato mais activo, exigente e coerente. Desejo, a partir de agora, um presidente e uma oposição mais exigente em relação ao Governo, que desejo cumpra o mandato. Nada melhor que um presidente reforçado e o maior partido da oposição credível para exigir do actual Governo faça o que deve ser feito!
Fazer o que deve ser feito, por parte do Governo, é aquilo que mais desejo!

sábado, 11 de dezembro de 2010

Alberto João Jardim novamente candidato!

Graças a uma brecha na Lei n.º 46/2005, de 29 de Agosto, deixada e consentida por quem deles estava refém, e que remeteu para debate posterior, sine die, a limitação de mandatos do primeiro-ministro e dos presidentes dos governos regionais, a possibilidade que permite agora, e mais uma vez, a Alberto João Jardim candidatar-se a um novo mandato, torna aquele diploma injusto para aqueles que acabaram por ficar abrangidos (presidentes de Câmara e de Junta), e inadmissível se tivermos em conta que o próprio Presidente da República não se pode recandidatar a um terceiro mandato consecutivo.
No ajuntamento em que anunciou ser novamente candidato, o líder madeirense, entre muitas outras asneirolas, que muito dignificam a democracia, referiu que: "A oposição nesta terra não é alternativa, porque são zero e naquelas criaturas não há uma única cabeça que se aproveite", "E não pode haver medo. O sistema politico tem que cair", como que a cuspir no prato em que come e engorda! O que nem sequer lhe fica mal! Tudo pode pelo poder que tem! Tudo se lhe permite pelos votos que vale!
Alberto João Jardim sabia que a limitação vinha prometida no programa do PS e, por isso, apressou-se a obstaculizar a discussão. Haverá agora, ainda assim, condições e coragem para pegar no assunto?

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Deputados da Nação

É habitual, e ontem não foi excepção numa audição em que estive presente, os Deputados da Nação alegarem não terem sido eleitos para representar apenas o círculo pelo qual foram eleitos, mas, para lutar pelos interesses de todos os portugueses, e também o facto de terem de obedecer a disciplina partidária, como forma de justificar comportamentos ao arrepio do que dizem e prometem quando em campanha eleitoral pelos seus respectivos círculos eleitorais.
O actual sistema alimenta e protege esses argumentos, mas, então, exige-se outro tipo de discurso quando andam aos votos nos círculos pelos quais são eleitos.
É errado pedirem votos com a promessa de representar determinados interesses, nomeadamente dos respectivos círculos e regiões, quando na verdade apenas pretendem um prémio, uma passagem para Lisboa, defender os interesses ditados por uma maioria e obedecer a uma disciplina ditada por essa mesma maioria. Maioria que se chama Lisboa, círculo pelo qual é eleito o maior número de deputados.
A ser assim ou para ser diferente, será necessário eleger pessoas diferentes, com mais estatuto, mais curriculum, e não mera criadagem e vassalos dos partidos políticos que coutaram o actual sistema.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Porque o Carnaval já não é de três dias...

Antigamente, o Carnaval durava três dias. Como gostava de brincar ao Carnaval durante três dias!
Hoje, há mais caretos e mascarados que antigamente, todos com suas bisnagas na mão, bombinhas na algibeira e outras de cheiro prontas a atirar... Porém, actualmente, é já intenso o cheiro, mesmo ainda antes das bombinhas rebentarem, são já muitas as máscaras que permanecem para além dos três dias e caretos que não desfilam apenas em época oficial...
Já não tem piada brincar ao Carnaval!

sábado, 30 de janeiro de 2010

sábado, 12 de dezembro de 2009

Temos o Governo que merecemos?

O director deste semanário perguntou, na passada semana, Onde estão as elites? Eu creio que estão em casa, exiladas e em silêncio, trabalhando no anonimato e querendo manter toda a distância possível da chaga que alastra pelo país.
Podemos condená-las por tal atitude? Penso que não. Que poderiam elas fazer para competir com a horda de gente que ocupa as tribunas e a maioria dos lugares públicos? Se sabem escrever sem erros, se têm competência, se são honradas e não dependem do favor partidário, que motivos terão para se misturar? Estamos a falar de elites e não de classe dirigente. Há épocas, situações, circunstâncias, em que as expressões convergem, mas seguramente esse não é o nosso caso. Talvez isso explique as razões para estarmos como estamos e talvez isso nos faça perceber que, a despeito do que eu próprio sempre acreditei, as culpas não cabem todas na classe política. Quando as elites se exilam e o povo que vota pouco se importa com o facto de eleger pessoas condenadas pelos tribunais, ficamos com uma noção exacta do país em que nos transformámos.
Mas, afinal, qual a causa da nossa surpresa? No período pós-revolucionário varreram-se quadros competentes e sanearam- se cidadãos íntegros; e de então para cá, salvo honrosas excepções, assistimos ao que de pior poderia haver.
O povo parece pouco incomodado com os que roubam, desde que façam obra; a maioria das associações empresariais vivem dependentes do erário público e do favor político; muitos sindicatos estão subordinados aos cofres do Estado; os gurus do regime pulam de conferência em conferência, debitando teorias para o país, apesar de apenas conhecerem certos hotéis de Lisboa, o Palácio da Bolsa, no Porto, e algumas zonas do Algarve; e aqueles que o novo Estado designou, a seguir à revolução, de incultos foram simplesmente substituídos por autênticos patetas pedantes, sem princípios e sem qualquer noção de rigor e de ética.
Não chegámos aqui por acaso. Há causas e todas podem ser identificadas. Houve um tempo em que se afirmava que a maioria tinha sempre razão, mas nesse tempo ainda havia aquilo que Sá Carneiro, em 1976, dizia existir: «Um povo com uma cultura autêntica, não literária, não livresca, mas verdadeiramente humana».
Trinta e três anos depois, onde está esse povo? Uma parte morreu e outra abstém-se, refugia-se, isola-se e pertence a uma maioria silenciosa, que olha à esquerda e à direita e só vê corrupção, com chefes políticos atolados na lama e demasiado comprometidos uns com os outros, para poderem livremente falar.
Esse povo sabe que a cidade definhou, que o mundo rural desapareceu e que o novo sindicato de voto está, essencialmente, nos bairros sociais e no que de mais negativo existe na periferia e nas redondezas suburbanas.
Esse povo sabe que houve um regime onde havia segurança, mas onde faltava liberdade e percebe que vive hoje num regime onde existe liberdade, mas onde falta a justiça. E esse povo, no qual se integram as elites, tem consciência que liberdade sem justiça não é liberdade – é pura ilusão de liberdade. É nesta realidade que vivemos!
Manuel Monteiro, in Sol

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

O pluralismo sempre foi negado por aqueles que querem destruir o passado e construir utopias. Não devemos permitir que isso aconteça na Europa
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Os juízes de Estrasburgo proibiram a exposição de crucifixos nas escolas. Na Turquia proibiriam a meia-lua e em Israel a estrela de David. Há já quem peça a supressão do Natal e, segundo a mesma lógica, do Yom Kippur e do Ramadão. Tudo em nome da laicidade do Estado. O que se passa é que, no mundo, o Estado não significa apenas Estado central. Também são "Estado" as regiões, os concelhos, as comunidades autónomas, as associações religiosas e culturais em que são delegadas funções públicas de acordo com o princípio da subsidiariedade.
Numa Europa multiétnica e multirreligiosa continuam a ser importantíssimas as velhas nações e as formações que têm por base valores, normas e símbolos tradicionais. Proibi-los por irritarem, perturbarem e incomodarem alguém significa impedir que comunidades inteiras continuem a ser elas mesmas; é negar o pluralismo.
A história mostra-nos que o pluralismo sempre foi negado por aqueles que querem destruir o passado e construir utopias. Os espanhóis anularam as civilizações pré-colombinas, a Revolução Francesa até mudou o nome dos anos e dos meses. Os comunistas soviéticos impuseram o ateísmo. Nos estados islâmicos totalitários, quem mostrar uma Bíblia vai preso. A utopia leva ao totalitarismo.
Significará isto que os filósofos e os juristas dos direitos humanos têm uma mentalidade totalitária? Se quiserem realizar a utopia de impedir que qualquer indivíduo possa ser perturbado pelo comportamento real ou simbólico de outro indivíduo, sim.Para conseguirem contentar toda a gente têm de proibir tudo: usos e costumes, valores, até mesmo as línguas de outros povos. Enquanto os grandes impérios persa, romano e britânico deixavam viver os cultos, as tradições e as línguas, os nossos visionários são impiedosos. E não apenas em relação às dimensões das ervilhas e das laranjas, mas também aos símbolos religiosos e até à linguagem. Em determinados países não se pode dizer "sexo"; tem de se dizer "género", para não ofender ninguém.
Após os totalitarismos jacobino, marxista, nazi e muçulmano, pode vir a nascer um totalitarismo eurocrático. Acena com promessas utópicas, destrói as instituições do passado e impõe o seu poder. Ensinados pela história, tentamos impedir que isso aconteça, estamos atentos e somos desconfiados. É certo que somos europeus, mas, por favor, conservemos as nossas tradições, as nossas línguas, e até mesmo as nossas fraquezas e os nossos preconceitos. E, se tentarem impor-nos alguma coisa à força, devemos dizer que não.
Francesco Alberoni, Jornal I

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Não irá muito longe um país que faz correr tanta tinta sobre o acessório e não se dá ao trabalho de fazer discorrer duas ou três linhas sobre o essencial.

sábado, 27 de junho de 2009

Uma ofensa à nossa maturidade democrática

Depois do Governo apontar as Eleições Autárquicas para 11 de Outubro, Cavaco Silva agenda as Eleições Legislativas para o dia 27 de Setembro, sustentado na opinião da maioria dos partidos do sistema. Confirma-se que os partidos do sistema não confiam na maturidade democrática dos portugueses e optam por não realizar os dois actos eleitorais em simultâneo.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Quando a prática da vida partidária tem por única direcção a conveniência...

Paulo Rangel admite sair do Parlamento Europeu caso o PSD ganhe as eleições legislativas. É tão mau um político candidatar-se ao mesmo tempo a todos os cargos possíveis, como abandonar os cargos para que foi eleito depois de o ser e sem que tenha prevenido os eleitores dessa possibilidade durante a respectiva campanha. PS e PSD são iguais até nisto. A única diferença é que o PS faz batota à partida e o PSD faz batota depois da chegada.
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Ai Eça, que falta fazem as tuas bengaladas na política portuguesa... e nos portugueses que tardam em abrir os olhos...

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Travada falta de vergonha dos partidos do sistema

O Presidente da República vetou hoje a nova lei do financiamento dos partidos, apontando “várias objecções de fundo” ao diploma, como o “aumento substancial do financiamento pecuniário não titulado” ou a possibilidade dos partidos obterem lucros nas campanhas.“São várias as objecções de fundo que suscitam as soluções normativas contidas no diploma em causa”, lê-se numa nota divulgada na página da Internet da Presidência da República. Entre essas “objecções de fundo”, Cavaco Silva aponta o “aumento substancial do financiamento pecuniário não titulado dos partidos políticos e das receitas provenientes de iniciativas de angariação de fundos, da possibilidade de os partidos obterem lucros nas campanhas eleitorais ou do aumento do limite das despesas de campanha na segunda volta das eleições para o Presidente da República”.
(...)
A nova lei do financiamento dos partidos políticos, das campanhas eleitorais e dos grupos parlamentares, aprovada no parlamento no final de Abril, sobe em mais de um milhão de euros de 22.500 para 1.257.660 euros o limite das entradas em dinheiro vivo nos partidos. Um aumento de mais de 55 vezes em relação ao tecto actual e que se aplica às quotas e contribuições dos militantes e ao produto das actividades de angariação de fundos.
É uma das maiores alterações à lei dos financiamentos políticos e que não constava do projecto de lei conjunto do PS e do PSD, aprovado na generalidade a 13 de Dezembro. Quatro meses e meio depois, a discussão na especialidade foi toda feita em grupo de trabalho à porta fechada. O texto final foi aprovado, na esmagadora maioria dos artigos, por unanimidade.
(...)
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Apenas recordar que esta lei foi vergonhosamente aprovada por todos os partidos políticos com assento na Assembleia da Republica à excepção do deputado socialista António José Seguro. Felizmente ainda há trigo entre tanto joio!

sábado, 18 de abril de 2009

Acentua-se o apodrecimento dos laranjas...

Apesar de ser dito por quem é, e, por isso, não me suscitar qualquer gosto especial, concordo com Ribau Esteves. No entanto, parece-me ser excessivamente redutor afirmar-se que o PSD está pior com Ferreira Leite, porque o PSD está, pura e simplesmente, cada vez pior seja com quem for dos que por lá há muito se passeiam. A procura desenfreada de soluções para os seus dirigentes e militantes, transformou o PSD num partido sem soluções para si próprio e para o país.

Ser notícia não tem que ser uma prioridade nossa, embora, saber de nós, seja fundamental para o país...

Aparentemente preocupados e curiosos, alguns amigos meus, interrogam-me sobre a falta de notícias relativamente ao meu partido. Resposta: O meu partido não tem assuntos interessantes para os difusores de notícias nacionais nem pessoas desesperadas à procura de ser notícia.
Um partido constituído por pessoas que não vivem nem procuram viver da política, não tem notícias para abrir jornais e fazer manchetes.

Soluções para o país!? Também é coisa que não interessa aos difusores de notícias nacionais e a quem os controla ou se permite deixar controlar.

No entanto, diz-nos uma já longa história de mais de trinta anos que, talvez seja deste partido e deste tipo de pessoas que o país esteja a necessitar.

Entretanto, e como somos já uma Nova Democracia, conhecedores e respeitadores do nosso passado, continuaremos a apresentar soluções para o presente, a olhar e preparar o futuro.

Aos poucos, pelos princípios que defendemos e pelas propostas que apresentámos, seremos cada vez mais. Mais, pela convicção, determinação e entusiasmo.

Enquanto isso, apenas lamentámos que a grande maioria dos portugueses continue a permitir que algumas pessoas e alguns partidos continuem a comprometer e adiar o futuro de todos nós e deste país.

Oxalá as comemorações de Abril não tragam discursos para iludir mais um bocadito e ousem, isso sim, iniciar o debate sério que o nosso país necessita e muitos, manifestamente, já deixaram de estar à altura de nele participar.

sábado, 11 de abril de 2009

"Tal evento (a canonização de D. Nuno Álvares Pereira) devia dar lugar a comemorações a nível nacional. Apesar da cerimónia que vai ter lugar ser eminentemente religiosa, não faz sentido algum que o júbilo e o cerimonial fiquem restritos ao âmbito dos cidadãos católicos.(...) Ora, ir comemorar o grande Nuno Álvares, exemplo de patriotismo, seriedade e valentia, sem mácula, iria provocar um contraste demasiado gritante. Percebe-se, mas, obviamente, não se pode aceitar.".
Ten. Cor. Brandão Ferreira, na revista Perspectivas, nº 19,
Jornal Público, cujo excerto apanhei no Tomarpartido