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sexta-feira, 6 de julho de 2012
Faz cinco anos a flor mais linda do meu jardim...
domingo, 1 de abril de 2012
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Fazem 150 anos as minhas Alminhas...
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sábado, 2 de abril de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Sobre o Dever de Reserva.
No mundo actual, fala-se. Fala-se. Fala-se muito. Fala-se demais. Fala-se sem saber. E fala-se sem conhecer. Fala-se sem que se percebam as causas. E sem que, do que se diz, se ponderem as consequências. Mesmo os mais responsáveis, quantas vezes, falam, falam, “atiram pedras” e “chafurdam o charco”. Não enxergam ou minimizam as culpas próprias e só apontam ou aumentam as de terceiros. Todos, e todos sem excepção, temos responsabilidade no que alguns já chamaram de estado permanente de “palrança”.
Porque se fala tanto e tantas vezes demais? Talvez porque hoje tenhamos sete novos pecados mortais na área da justiça: a superficialidade, a ignorância, a subjectividade, a venalidade, a parcialidade, a vaidade e a arbitrariedade. Gesticula-se, grita-se, berra-se, acusa-se, mas não se apresentam soluções de consenso nem se apontam caminhos de cooperação. Fala-se muito. Trabalha-se pouco. Fala-se demais. E fala-se mal. Dizem-se asneiras. Desprestigia-se a justiça. Potencia-se a crise. Cavalga-se a conflitualidade. Falta sentido do Justo e de Estado; falta decência, urbanidade e contenção.
Pede-se reserva, pois. O que não quer dizer inércia, silêncio ou demissão. Muito menos rolha, mordaça ou submissão. Reserva significa falar e escrever livremente, no foro próprio. A reserva não implica menor liberdade de expressão. Implica, sim, dignidade na expressão. Independência e elevação na actuação. Rigor e exigência na acção. A reserva não implica sequer impossibilidade de crítica. Exige, sim, uma crítica séria e fundada, no momento devido e no local apropriado.
Não admira, pois, que até na lei se invertam ou subvertam as “prioridades na área da justiça”. Por exemplo, quer-se apenas a “promoção da celeridade e eficácia” da investigação criminal. Já não se pede, sequer, no que toca à investigação criminal, a sua qualidade, profundidade e fiabilidade. Sinal dos tempos! Tempo em que há cada vez mais “agitadores eficazes” e cada vez menos “liderança fiável”.
A demagogia grassa. A justiça não passa. E a lei definha. A lei justa é, ou devia ser, o único instrumento de poder e a única voz de comando, ao menos para juízes, magistrados, advogados e polícias. Mais do que a capacidade de obrigar da norma, o uso do comando legal é, ou devia ser, a arte de influenciar comportamentos e de dirigir os cidadãos. No Direito mais do que se ser obedecido procura-se, ou deve procurar-se, a especial capacidade de se ser seguido, de se ser aceite e de se convencer. Isso só se obtém pelo exemplo e pelo exercício sereno e sóbrio do dever. Sem falar demais. Mas sem calar as injustiças.
Porque se fala tanto e tantas vezes demais? Talvez porque hoje tenhamos sete novos pecados mortais na área da justiça: a superficialidade, a ignorância, a subjectividade, a venalidade, a parcialidade, a vaidade e a arbitrariedade. Gesticula-se, grita-se, berra-se, acusa-se, mas não se apresentam soluções de consenso nem se apontam caminhos de cooperação. Fala-se muito. Trabalha-se pouco. Fala-se demais. E fala-se mal. Dizem-se asneiras. Desprestigia-se a justiça. Potencia-se a crise. Cavalga-se a conflitualidade. Falta sentido do Justo e de Estado; falta decência, urbanidade e contenção.
Pede-se reserva, pois. O que não quer dizer inércia, silêncio ou demissão. Muito menos rolha, mordaça ou submissão. Reserva significa falar e escrever livremente, no foro próprio. A reserva não implica menor liberdade de expressão. Implica, sim, dignidade na expressão. Independência e elevação na actuação. Rigor e exigência na acção. A reserva não implica sequer impossibilidade de crítica. Exige, sim, uma crítica séria e fundada, no momento devido e no local apropriado.
Não admira, pois, que até na lei se invertam ou subvertam as “prioridades na área da justiça”. Por exemplo, quer-se apenas a “promoção da celeridade e eficácia” da investigação criminal. Já não se pede, sequer, no que toca à investigação criminal, a sua qualidade, profundidade e fiabilidade. Sinal dos tempos! Tempo em que há cada vez mais “agitadores eficazes” e cada vez menos “liderança fiável”.
A demagogia grassa. A justiça não passa. E a lei definha. A lei justa é, ou devia ser, o único instrumento de poder e a única voz de comando, ao menos para juízes, magistrados, advogados e polícias. Mais do que a capacidade de obrigar da norma, o uso do comando legal é, ou devia ser, a arte de influenciar comportamentos e de dirigir os cidadãos. No Direito mais do que se ser obedecido procura-se, ou deve procurar-se, a especial capacidade de se ser seguido, de se ser aceite e de se convencer. Isso só se obtém pelo exemplo e pelo exercício sereno e sóbrio do dever. Sem falar demais. Mas sem calar as injustiças.
Carlos Pinto de Abreu
sábado, 11 de dezembro de 2010
De regresso à Feira Popular de Lisboa
Hoje, a convite do "patrão" (em rigor é cliente) dr. Miguel Paes do Amaral, fomos ao Circo e ao Parque de Diversões que por estes dias se encontra instalado no espaço da antiga Feira Popular de Lisboa.Longe de corresponder à memória que tenho da Feira Popular, foi agradável regressar àquele espaço e, para além do espectáculo do Circo Chen, voltar a andar em algumas daquelas diversões, como os inevitáveis carrinhos de choque. Ah! Está lá também o mítico Poço da Morte! Sim, o original e último, do octogenário Henrique Amaral, que lá se encontrava, à hora do almoço, na pequena cabine a anunciar o espectáculo, que inclui a sua própria participação.
A primeira vez que entrei num parque de diversões a sério, andaria pelos meus 12 anos, foi aqui, na Feira Popular de Lisboa! Os passeios anuais do Rancho Folclórico da Associação Unidos de Rossas, que se realizavam a Lisboa e, principalmente, à Feira Popular, proporcionaram-me essa experiência. Recordo com saudade a correria por todas as diversões, depois das primeiras experiências gastronómicas com caracóis. Sim, também foi aqui que pela primeira (e última!) vez comi caracóis, ou melhor, caracoletas, que, contudo, não foram além da Montanha Russa!
Foi engraçado regressar à Feira Popular!
sábado, 31 de julho de 2010
António Jorge Peres Feio (1954-2010)
Ontem à noite não resisti a passar no velório de António Feio, como ao final da noite anterior não tinha resistido ao aperto da perda. Ele não me era nada, mas, acabou por se me revelar muito. Talvez mais do que um actor, se tenha revelado um exemplo de empenho e de luta, que nos entrou pela casa adentro e ao qual não deu para ficar indiferente. Um exemplo para a consciencialização daquilo que verdadeiramente importa nesta vida, que a qualquer momento pode ser atraiçoada e passar a não valer nada. Um homem por quem estava a torcer!Não foi apenas ele que perdeu, porque nós também o perdemos a ele!
sexta-feira, 16 de julho de 2010
sábado, 3 de julho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Parabéns Recreativos de Rossas!
Parabéns a todos quantos muito fizeram e continuam a fazer para que o seu objecto estatutário continue a concretizar-se, contribuindo para o enriquecimento recreativo, desportivo e cultural do meio em que se insere.
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sábado, 29 de maio de 2010
Ancorado em Lisboa há dois anos...
domingo, 2 de maio de 2010
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Portalegre e as suas extintas Comendas da Ordem de Malta, no rumo de um fim-de-semana alargado
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Portugal no meu rumo
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
CRÓNICA SEMANAL NA RÁDIO TSM
Foi hoje para o ar a primeira das cinco crónicas semanais da TSM - Rádio Terras de Santa Mafalda. O desafio feito por Franklin Ferreira, Director da Rádio, a mim próprio, ao Ivo Brandão, João Almeida, Pedro Sousa e André Almeida, consiste em cada um dos "Comentadores", abordar um tema à escolha em um minuto e meio, que será transmitido quatro vezes por dia, de segunda a sexta-feira.
Na Crónica inaugural, de um minuto certinho, proponho-me fazer um pequeno apontamento a partir da efeméride que eleger mais relevante na respectiva semana.
Confesso que a coisa não me soou nada bem ao ouvido, mas, o que mais importa é o contributo para o arranque do conceito e para a afirmação do projecto. Oxalá para a próxima corra um bocadito melhor... Até pr'á semana! ;)
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Há um ano e um mês que rumo para aqui...
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Mais trabalho... menos disponibilidade.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Na próxima Quinta discute-se Mediação em Aveiro
No dia 29 de Outubro, Quinta-Feira, terá lugar mais uma iniciativa “Quintas da Mediação”, desta feita em Aveiro, pelas 18.00 horas, no Auditório da Biblioteca Municipal e conta com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Aveiro, Élio Maia, do Governador Civil do Distrito de Aveiro, Custódio Ramos, e da Directora-Adjunta do Gabinete para a Resolução Alternativa de Litígios, Sónia Reis. Trata-se de uma iniciativa que o GRAL tem vindo a levar a cabo ao longo do ano de 2009 nas capitais de distrito, sempre às Quintas, e que pretende divulgar a Mediação Pública.
A acção de divulgação apresenta pequenas histórias, genéricas e rigorosamente imparciais em relação às partes envolvidas, retratando situações de litígio muito comuns no quotidiano dos cidadãos e que podem ser resolvidas através dos Sistemas Públicos de Mediação Penal, Familiar e Laboral.
No âmbito da Mediação, o utente tem acesso a uma estrutura mais leve e menos burocrática em que as partes participam voluntária e activamente na resolução de litígios. Com o apoio de um mediador com formação específica nas áreas abrangidas as partes têm garantido o acesso ao Direito, sendo elas a contribuir para a solução do litígio.
O GRAL, Gabinete Para a Resolução Alternativa de Litígios, é um serviço central da administração directa do Estado, com autonomia técnica e administrativa, dependente do Ministério da Justiça. Foi criado em 2007, no âmbito das orientações definidas pelo PRACE (Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado) e dos objectivos do Programa do Governo de modernização administrativa e melhoria da qualidade dos serviços públicos. in Citius
domingo, 18 de outubro de 2009
Há precisamente quatro anos...
...começava este "meu rumo".
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Óbidos e Nazaré no rumo de fim-de-semana
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