Um achado recente de partes de esqueletos humanos, anteriores à edificação da antiga igreja de São Bartolomeu de Arouca, foi revelado esta semana.
Decorreu no passado dia 22 de Março uma visita guiada às obras de regeneração da Praça Brandão de Vasconcelos, no centro histórico da vila de Arouca, em que o objectivo da autarquia foi dar a conhecer os achados arqueológicos, com destaque para as fundações da antiga igreja paroquial de São Bartolomeu e para dois vestígios recentes de ossadas, anteriores à construção do templo. Para a comitiva estavam convidados os membros da Assembleia Municipal, os comerciantes da zona envolvente às obras, e a associação que mais tem contestado a opção urbanística de alteração daquele espaço central. «Quisemos que se evitasse mais especulação a propósito das revelações que um jornal local [o RV] deu ao apresentar fotografias de ossadas, que não eram humanas», afirmou Artur Neves no local.
Os trabalhos de arqueologia decorrem já desde o passado mês de Novembro, num acompanhamento «exaustivo» em todas as frentes de obra, havia já referido o mesmo autarca na última Assembleia Municipal. «A equipa técnica tem trabalhado de forma altamente profissional, sob a coordenação dos arqueólogos Helena Marçal e João Rebuge», dá conta a Câmara em comunicado distribuído à comunicação social.
Decorreu no passado dia 22 de Março uma visita guiada às obras de regeneração da Praça Brandão de Vasconcelos, no centro histórico da vila de Arouca, em que o objectivo da autarquia foi dar a conhecer os achados arqueológicos, com destaque para as fundações da antiga igreja paroquial de São Bartolomeu e para dois vestígios recentes de ossadas, anteriores à construção do templo. Para a comitiva estavam convidados os membros da Assembleia Municipal, os comerciantes da zona envolvente às obras, e a associação que mais tem contestado a opção urbanística de alteração daquele espaço central. «Quisemos que se evitasse mais especulação a propósito das revelações que um jornal local [o RV] deu ao apresentar fotografias de ossadas, que não eram humanas», afirmou Artur Neves no local.
Os trabalhos de arqueologia decorrem já desde o passado mês de Novembro, num acompanhamento «exaustivo» em todas as frentes de obra, havia já referido o mesmo autarca na última Assembleia Municipal. «A equipa técnica tem trabalhado de forma altamente profissional, sob a coordenação dos arqueólogos Helena Marçal e João Rebuge», dá conta a Câmara em comunicado distribuído à comunicação social.











