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sexta-feira, 6 de março de 2009

Um fim-de-semana QREN

... é o que se pode antever pela excepcional requisição motivada por uma inesperada avalanche de processos.
Mas, até é boa esta sensação de ficar em Lisboa a trabalhar para o país todo, principalmente para o Norte.
Bom fim-de-semana!

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Moinho de Santana
São Francisco Xavier, Lisboa
" Torre do Galo"
Ajuda, Lisboa
Lago do mais antigo Jardim Botânico de Portugal
Ajuda, Lisboa

"Sairam e vão demorar..."
Belém, Lisboa

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Feira da Ladra, Lisboa

Hoje demos um saltito à Feira da Ladra. Um sítio, no Largo de Santa Clara, por trás do Panteão Nacional e São Vicente de Fora, onde se vende toda a espécie de antiguidades e objectos sobre cuja proveniência não se fazem perguntas... Depressa nos veio à memória uma reportagem da SIC que denunciava o desaparecimento de muito do nosso património dos seus locais de origem e, podemos observar que tudo, mesmo tudo, é vendível... Mesmo aos olhos de uns senhores com uns coletes onde se lia FISCALIZAÇÃO e cerca de uma dezena de polícias aos grupos e em amena cavaqueira... Uma aparente normalidade e legalidade, apenas quebrada pela agressão de um senhor com um colete onde se lia JUNTA DE FREGUESIA a um descompensado meliante que, alegadamente, se encontrava a subtrair um pequeno rádio dos WC's locais. Talvez se por lá tivesse passado durante a noite, vendia-o logo pela manhã como coisa sua e salvaguardado de agressões de terceiros pelos senhores agentes da autoridade. Uma pequena ironia aos olhos da padroeira do sítio.
Realiza-se todas as terças-feiras e sábados!
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Mosteiro de São Vicente de Fora, Lisboa

Em mais um fim-de-semana por Lisboa, voltámos a São Vicente de Fora para tentar encontrar uma importante e significativa relíquia levada de Arouca há alguns séculos. Ainda não foi desta! A Igreja está encerrada para obras. Aproveitámos a deslocação para visitar o Mosteiro onde se guardam os restos mortais dos últimos reis e príncipes de Portugal, no Panteão Real da Dinastia de Bragança; e repousam os extintos Patriarcas de Lisboa, no respectivo Panteão. Pelo meio fomos observando alfaias religiosas e objectos pessoais daqueles Patriarcas, os belos azulejos que revestem meia-altura da quase totalidade das divisões do Mosteiro, acrescidos, no piso superior, por dezenas de painéis alusivos às Fábulas de La Fontaine.
Apesar das obras, há muito para ver em São Vicente de Fora e (fora) muito para ver sobre o Tejo e Lisboa.
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sábado, 25 de outubro de 2008

Jardins do Palácio dos Marqueses de Fronteira









Nota: Não é permitido tirar fotos ao interior do Palácio, que, em parte significativa, como se sabe, é ainda hoje habitado pelo 12.º Marquês de Fronteira. Vale a pena uma visita ao interior do mesmo para, entre muitos outros motivos de interesse, observar dezenas de pinturas a óleo e o enorme conjunto de azulejos portugueses do séc.XVII que revestem meia altura de quase todas as divisões, em grande parte alusivos às batalhas da Restauração da Independência de Portugal, com uma pormenorizada descrição das mesmas, numa espécie de banda desenhada. No exterior podemos observar, para além de toda a beleza dos jardins, dezenas de esculturas de Deuses Gregos, Figuras mitológicas e de todos os Reis de Portugal.

sábado, 11 de outubro de 2008

Levo estes...







Lisboa no meu rumo - Palácio dos Marqueses de Fronteira

Hoje, o roteiro de fim-de-semana contemplou o Palácio dos Marqueses de Fronteira, aqui bem pertinho, em São Domingos de Benfica, na enconsta de Monsanto.
Este belo Palácio, ocupado, actualmente, pelo 12º Marquês, foi mandado construir por Dom João de Mascarenhas, primeiro marquês de Fronteira, em 1640, e ampliado no século XVIII, em estilo «rocaille», sendo de grande riqueza os azulejos que o adornam.
No interior, onde não é permitido fotografar, encontram-se salas de grande valor artístico, como o Salão das Batalhas, cujo friso de azulejos relata os triunfos do marquês na Guerra da Restauração contra os espanhóis (1644-1667), e o Salão dos Painéis; a Sala de Jantar está decorada com frescos retratos da nobreza portuguesa, de artistas como Domingos António de Sequeira; A capela, de finais do século XVI é a parte mais antiga. A fachada está dornada com pedras, conchas, vidros partidos e restos de porcelanas que, ao que consta, terão resultado de peças usadas na inauguração do palácio e partidas para que ninguém mais as utilizasse. No interior, as atenções viram-se para um presépio cuja autoria é atribuída a Machado de Castro.
O palácio possui um enorme terraço onde se podem admirar nove estátuas mitológicas de mármore e painéis de azulejo em que são representadas alegorias aos Sentidos, às Artes e às Ciências, bem como onze medalhões ao estilo do atelier Della Robbia; noutra fachada, encontra-se uma loggia entre dois torreões.
Os sumptuosos jardins, numa área de 5,5 ha, desenhados à italiana, rodeiam pavilhões, fontes e lagos, dos quais se destacam o Jardim de Vénus e, em particular, a Galeria dos Reis, composta por um friso de azulejos em que se podem ver vários cavaleiros a galope e um outro em que aparecem, em nichos, os bustos de quinze reis de Portugal.
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O actual Marquês de Fronteira é D. Fernando José Fernandes Costa Mascarenhas (1945-), 9º marquês de Alorna, 13º conde da Torre, 13º conde de Assumar, 12º conde de Coculim; neto do predecessor e filho de D. Fernando Mascarenhas, 12º conde da Torre; sem descendência.

domingo, 28 de setembro de 2008

A partir de quarta-feira este edifício também passa a integrar o meu rumo...



Para trás fica a experiência obtida no Banco BPI, no Banco Santander Totta e no Grupo Reditus, e as muitas amizades que se proporcionaram, tanto no Porto como em Lisboa. Agora, o meu rumo toma a direcção do Campo Pequeno, mais própriamente da Av. João XXI. Haja saúdinha porque o trabalho parece sobejar!

sábado, 30 de agosto de 2008

Lisboa no meu rumo - Estádio do SLB

Mais logo vou aqui ver o meu FCP! Porém, não será uma visita fácil de digerir... Já não chegava ter que ficar entre os adeptos benfiquistas, para ainda ter por companhia uma anti-portista que não abdica de o ser. Valha-me o facto de ela ter vertigens e os bilhetes serem para o terceiro piso...