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sábado, 27 de outubro de 2012
2.º FESTIVAL DA CASTANHA DE AROUCA
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
FESTA EM HONRA DE SANTA MAFALDA
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Real Irmandade Rainha Santa Mafalda
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Sobre a venda em hasta pública da sede de uma associação juvenil de Arouca
Segundo a última edição do jornal "Discurso Directo", foi recentemente vendido em hasta pública o edifício sede de uma das mais conhecidas associações juvenis de Arouca.
É certo que a associação em causa se encontrava há já alguns anos sem actividade relevante, muito por força de falta de renovação dos seus Órgãos Sociais, mas, como foi possível dar-se este desfecho com um imóvel construído, na sua maior parte, com dinheiros públicos? É razão para perguntar que intervenção tiveram, se é que foram chamadas a ter ou tão-pouco tiveram conhecimento da situação, e que diligências foram desenvolvidas pelas estruturas representativas do associativismo, que no caso concreto da associação em causa vão desde a FAMA - Federação das Associações do Município de Arouca, passando pela FAJDA - Federação das Associações Juvenis do Distrito de Aveiro à FNAJ - Federação Nacional das Associações Juvenis, em que é federada. E a respectiva Junta de Freguesia e o Município, que contribuíram ao longo dos anos com apoios e subsídios, nomeadamente para a construção daquela sede, o que fizeram para impedir que este imóvel fosse parar a mãos privadas?
sábado, 14 de janeiro de 2012
Ainda sobre a redução do número de freguesias
Valha-nos a opinião de Edgar Soares, Celso Portugal e Gomes Ferreira, sobre o controverso processo que conduzirá à redução do número de freguesias em Arouca, à semelhança daquilo que sucederá por todos os concelhos do país. Porque, sejamos claros, a reforma impõe-se! Não porque, ao contrário do que diz o Governo, se vá poupar com isso, mas, porque, muito simplesmente, já não se justificam tantas capelinhas, cargos e cargozinhos na administração autárquica. Do essencial, da cultura, do património e da identidade, nada sairá beliscado! A menos que os agentes políticos locais, à semelhança da ausência do debate político, que tinham a obrigação de promover e protagonizar, se demitam também de cuidar de preservar o essencial e de não confundir ou deixar confundir o que nem sequer está em causa.
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Reforma das Autarquias Locais
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Antigas escolas e património ao abandono!
O meu amigo professor João Martins publicou hoje no Facebook esta imagem daquela que foi a sua sala da 4.ª Classe, presumo que na freguesia de Moldes. É pena que o município não tenha recolhido totalmente o património existente nas antigas escolas primárias do concelho. Muito deste património móvel, carteiras, cadeiras, manuais e objectos, poderia muito bem ser aproveitado para constituir pequenos núcleos museológicos nos novos Pólos Escolares inagurados e/ou em construção, para que as crianças pudessem observar as condições, os manuais e as técnicas associadas ao ensino das primeiras letras, de outrora.De resto, uma ou duas das escolas mais típicas do concelho deveriam ser reservadas a um fim museológico! Haja esperança!
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Obras na zona histórica revelam achados arqueológicos do antigo Convento
Descoberta de várias peças de cerâmica referentes ao período compreendido entre os séculos XVII e XIX estão também entre o espólio encontrado.Está no terreno desde 16 de Outubro uma equipa formada por dois arqueólogos - dois técnicos de arqueologia e um trabalhador indiferenciado da empresa portuense "Arqueologia e Património" - a acompanhar as obras de requalificação da zona histórica de Arouca.
Até ao momento foram já encontrados vários vestígios arqueológicos em redor do largo de Santa Mafalda, como referiu ao RODA VIVA, Helena Marçal, responsável por aquele grupo de trabalho.
"Encontramos diversas condutas de água que deviam estar relacionadas com o antigo mosteiro, para além de um muro que fechava o espaço junto ao celeiro", afirmou.
Próximo do actual edifício da biblioteca, a equipa de investigadores descobriu os limites originais da antiga Hospedaria dos Frades, mais tarde chamado Cartório dos Frades. Na entrada do largo de Santa Mafalda foram encontradas mais condutas de água e "um muro ainda mais antigo, do qual ainda não temos a sua datação", sublinhou a arqueóloga. Descoberta de várias peças de cerâmica referentes ao período compreendido entre os séculos XVII e XIX estão também entre os achados. JCS in Roda Viva
.
Foi com satisfação que tomei conhecimento destes achados pelo vereador Paulo Teixeira e é com maior satisfação que leio agora novos desenvolvimentos no Roda Viva. Tanto mais quando tinha aqui alertado para a possibilidade e para o interesse dos trabalhos arqueológicos não se reduzirem apenas aos achados nas escavações necessárias à empreitada, mas tivessem o ensejo maior de alargar a área de intervenção enquanto decorrem os trabalhos de regeneração urbana.
Foi com satisfação que tomei conhecimento destes achados pelo vereador Paulo Teixeira e é com maior satisfação que leio agora novos desenvolvimentos no Roda Viva. Tanto mais quando tinha aqui alertado para a possibilidade e para o interesse dos trabalhos arqueológicos não se reduzirem apenas aos achados nas escavações necessárias à empreitada, mas tivessem o ensejo maior de alargar a área de intervenção enquanto decorrem os trabalhos de regeneração urbana.
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Património de Arouca,
Pólis XXI
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
UNESCO’s Geoparks “Clarify” Geotourism
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Geoparque Arouca
De ETAR a VIVEIRO MUNICIPAL
Com o passar do tempo, a antiga ETAR da Pimenta acabou por esgotar a sua capacidade de tratamento. Dimensionada para 5000 habitantes, foi encerrada aquando da entrada em funcionamento da nova ETAR da Ribeira. Agora, depois de renovada, a antiga ETAR da Pimenta dá origem ao Viveiro Municipal, um espaço que, mais do que um local de produção de flores e plantas para ornamentação dos espaços públicos, tem objectivos pedagógicos, sociais e lúdicos. O espaço foi dado a conhecer no passado dia 18 de Novembro, com a presença do presidente da Câmara.Onde anteriormente funcionava o digestor anaeróbio poderão vir a germinar sementes, e prevê-se, ainda, a reconversão do decantador secundário num viveiro piscícola.
Junto à estufa, há já uma quantidade interessante de plantas, em adaptação ao ar livre, antes da sua colocação no espaço público. Mas é na antiga zona de secagem de lamas que a surpresa é maior. Ali surgiu uma estufa, onde predomina o verde, e, aqui e além, já se vêem as primeiras manchas coloridas: as flores. Sardinheiras, amores-perfeitos e outras plantas ornamentais já se podem considerar «filhas» deste viveiro.
O edifício de apoio à estrutura, devidamente reconvertido e equipado, está pronto a funcionar como espaço de apoio à jardinagem, bem como para a dinamização de projectos pedagógicos e lúdicos a desenvolver com a comunidade. Também a pensar nesse envolvimento, o espaço exterior foi relvado, e poderá facilmente acolher oficinas de verão.
Uma ETAR é um espaço de reconversão. Esta, em concreto, depois de reconvertida, serve agora um propósito mais consentâneo com o equilíbrio ambiental. Daqui sairão, muito em breve, plantas, flores, árvores que farão, também elas, parte da nossa comunidade. in CMA
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Câmara Municipal de Arouca
sábado, 5 de novembro de 2011
Mais um revés na ligação Arouca - Feira
De revés em revés, de orçamento em orçamento, de oportunidade em oportunidade, com boa ou má desculpa, a 2.ª Fase da Ligação Arouca - Feira vai sendo sucessivamente adiada. Ao mesmo passo vão-se desgastando as promessas, os compromissos e algumas certezas de curto-prazo. Chegámos ao ponto em que tudo o que se disse e/ou fez vale nada! Quis acreditar que, mesmo apesar de tudo, até do tempo que vivemos, depois do que se disse, escreveu e defendeu, não haveria outro caminho que não fosse o da conclusão desta ligação, há tantos anos desejada pelos arouquenses. Desejei mesmo que aqueles que, por exemplo há um ano, estavam na oposição e fizeram, ou disseram fazer, alguma coisa por incluir a obra no Orçamento; ou até mesmo aqueles que disseram e defenderam que a obra não precisava entrar no Orçamento para ser feita, uma vez chegados ao poder, fossem coerentes com o que fizeram, disseram e defenderam. Mas, não!
No que nos toca, um verdadeiro arouquense, que defenda a sua terra e qualidade de vida da sua população acima de tudo, não deve pensar de outra forma nem deixar de fazer exigências consentâneas com aquilo que manifestamente é melhor para a sua terra e com as legitimas expectativas criadas pelas promessas de sucessivos políticos, nomeadamente políticos com poder de decisão.
Neste particular, e tal como desde a primeira hora, o presidente da Câmara Municipal de Arouca, conta com toda a minha solidariedade e apoio! É manifesto que tem sido hábil em não deixar o assunto cair em esquecimento. A prova disso são as "ameaças de greve de fome" em Lisboa ou até mesmo do "empréstimo" ao Estado, que muitos não tiveram sequer capacidade de entender, ou, se tiveram, optaram por deturpar em desfavor dos interesses de Arouca. E a prova de que nunca nenhuma atitude foi exagerada, extemporânea nem despicienda, está no facto de, em todas as oportunidades possíveis, o assunto ter sido abordado de forma séria, como de resto sucedeu ainda nesta última reunião do ministro da Economia com a Junta Metropolitana do Porto, na passada sexta-feira. O que faltou então, perguntar-se-ão alguns? A aceitar a argumentação da oposição local, regional e nacional, de então, aquando dos sucessivos adiamentos ao tempo do Governo de José Sócrates, talvez vontade política!? O ministro da Economia disse agora mais uma vez, até na linha daquilo que sustentou o anterior Governo precisamente há um ano, que, entre outras, a obra de Arouca só avança quando houver dinheiro para o fazer! Pelo que é legitimo perguntar àqueles que sustentavam ser suficiente vontande política para fazer a obra avançar... se é isso que agora está a faltar!?
Manifesto resultou mais uma vez que em Arouca nunca houve, não há e não sei se algum dia haverá, união política relativamente a esta velha e legitima reivindicação dos Arouquenses. E a prova, mais uma vez, está na forma lesta como algumas pessoas difundiram, nomeadamente nas redes sociais, o facto de dois ou três presidentes de Câmara, por acaso do PSD, terem tomado a iniciativa de colocar a Ligação Arouca-Feira na agenda dos assuntos a tratar com o ministro da Economia e; uma vez conhecido o desfecho da reunião, se terem remetido a um silêncio ensurdecedor ou, pior do que isso, como fizeram alguns, virarem-se a criticar a legitima reacção do presidente da Câmara de Arouca que, por acaso, esteve presente na mesma reunião... Pessoalmente, depois do que já se disse, escreveu, defendeu e prometeu sobre esta obra, também não aceito a promessa vaga de que a obra só se fará quando houver dinheiro! É pouco! É manifestamente pouco! Exige-se mais precisão!
Todos podem dizer querer a obra, mas, alguns, infelizmente, só a querem se for feita por força de iniciativa sua e/ou dos seus. A prova de que é assim, é a forma como admitem a chicana que os dirigentes do seu próprio partido fazem aos arouquenses. Isto é manifesto e, entretanto, sem se darem conta - porque se derem, pior ainda - estão a prestar o pior dos serviços a Arouca e aos arouquenses!
Todos podem dizer querer a obra, mas, alguns, infelizmente, só a querem se for feita por força de iniciativa sua e/ou dos seus. A prova de que é assim, é a forma como admitem a chicana que os dirigentes do seu próprio partido fazem aos arouquenses. Isto é manifesto e, entretanto, sem se darem conta - porque se derem, pior ainda - estão a prestar o pior dos serviços a Arouca e aos arouquenses!
Mais uma vez, desejo não ter razão e estar a ser injusto! Espero que o futuro próximo mo diga!
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011
O Quim, no seu 46.º Aniversário, com o presidente da Câmara
na Sala das Sessões dos Paços do Concelho
(foto de Ivo Brandão)
sábado, 8 de outubro de 2011
Antigo projecto de instalação eléctrica de Arouca
Muito interessante este projecto de instalação e produção de energia eléctrica em alta tensão, a partir da queda de água da Frecha da Mizarela, no rio Caima, naquele lugar da freguesia de Albergaria da Serra, então das Cabras, na Serra da Freita.Para prosseguir com o mesmo, a Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Arouca, na sua reunião de 08 de Abril de 1933, deliberou contrair um empréstimo no montante de 350.000$00.
Foi este que obrigou à elaboração de uma memória descritiva mais pormenorizada e documentada com plantas, para obtenção da devida autorização dos Ministérios do Interior e das Finanças, que hoje possibilita usufruir de dados relevantíssimos para a história de Arouca. Mesmo sendo sobre a história que não se fez! ;)
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Ainda sobre a Praça Brandão de Vasconcelos... e a falta de intervenções arqueológicas atempadas.
Sendo um dado consumado para as entidades responsáveis pelas intervenções na Praça Brandão de Vasconcelos e Terreiro de Santa Mafalda, que aquelas vão avançar e tal qual foram projectadas, estranho que há muito não esteja no terreno uma ou mais equipas de arqueólogos a desenvolver intervenções preliminares e preventivas, quiçá de emergência, evitando assim a ferocidade das máquinas e o aperto dos prazos de obra. Não vi sequer, em tempo ou fora dele, qualquer posição da Divisão Arqueológica do Museu Municipal (se é que ela existe!?) e do Núcleo Arqueológico de Arouca (se é que este ainda existe!?) Confesso que não sei se ainda existe! Mas, o estado em que se encontram os achados e sítios arqueológicos de Arouca, leva-me a querer que não.
Não se compreende, assim, como é que dois espaços cujas últimas intervenções significativas, mas, ao que se sabe sem grande profundidade e ainda despidas da sensibilidade histórica e arqueológica dos nossos dias, datam de finais do séc. XIX, início do séc. XX, não suscitaram outra responsabilidade e maior curiosidade por parte dos responsáveis por estas intervenções.
Uma intervenção como esta e em locais cuja memória e tradição de outras existências e actividades é tão rica, não se compadece com um mero acompanhamento de um responsável ou até mesmo de uma equipa de arqueólogos!
Desenganem-se aqueles que pensam encontrar alguma coisa sobre o assunto no sítio da regeneração!
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Praça Brandão de Vasconcelos
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Resultados preliminares dos CENSOS'11... na base da reforma autárquica.
De entre muitas das conclusões dos resultados preliminares dos CENSOS 2011, resulta a reclassificação das freguesias de Arouca, em Rurais, Urbanas e Mistas, sendo que apenas a freguesia de Arouca (sede do concelho) é considerada Urbana (APU); Burgo, Chave, Urrô e Várzea, são consideradas Mistas (AMU), e as restantes 15 consideradas Rurais (APR).
Porém, em minha opinião, e apenas com base na minha visão aerofotogrametrica do concelho, é uma classificação falaciosa que, para além do mais, não se evidencia no terreno, nomeadamente por recurso a simples comparação.
Por exemplo, a freguesia de Rossas (considerada APR), atenta a sua dimensão não é mais rural que a freguesia de Urrô (considerada AMU), e tem mesmo mais cerca de 500 habitantes, numa dimensão pouco maior. Mas, muitos mais exemplos se poderiam confrontar, como Escariz (também considerada APR), significativamente mais populosa, pese embora a sua relativa maior dimensão.
Mas, o pior, é que, ao contrário daquilo que defendi em tempo, são estes os dados que estão sobre a mesa da reforma autárquica, numa qualquer divisão da Direcção-Geral das Autarquias Locais, "sem janelas para o exterior"...
Espero, sinceramente, que os autarcas de Arouca estejam responsávelmente atentos, activos e empenhados, procurando prosseguir a vontade maioritária dos fregueses que representam! Já que, mais uma vez, os partidos políticos se demitiram de liderar um debate necessário e, este sim, verdadeiramente político!
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segunda-feira, 3 de outubro de 2011
HISTÓRIA DE AROUCA EM DATAS
Com a prestimosa colaboração da Directora do Arquivo Histórico do Ministério das Obras Públicas, juntei hoje mais 22 factos históricos à minha HISTÓRIA DE AROUCA EM DATAS, sobre o rasgue das estradas que durante muitos anos serviram e continuam a servir o concelho de Arouca, hoje mais conhecidas por EN224 e EN326.
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HISTÓRIA DE AROUCA EM DATAS
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Temos homem... e não é por ele que não temos estrada!
Artur Neves, presidente da Câmara Municipal de Arouca, aproveitou hoje uma entrevista ao programa Praça da Alegria, da RTP 1, para enviar um recado ao Governo e à empresa Estradas de Portugal, sobre a ligação Arouca - Feira: "...havendo dinheiro comunitário, e o município de Arouca que até agora não tem contribuído para o desastre financeiro do país, felizmente, - temos sido contidos e rigorosos na gestão dos nossos recursos financeiros - vamos mesmo dizer que temos uma capacidade de endividamento muito larga, superior a 60%, - e se as Estradas de Portugal e o Governo assim o entenderam nós estamos disponíveis mesmo para sacrificar parte dessa nossa larguíssima capacidade de endividamento para emprestar cinco, seis, milhões à Estradas de Portugal para que a obra possa avançar com fundos comunitários..."
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Aspecto da Praça Brandão de Vasconcelos, Arouca, guardado por Manuel Valério
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Chafariz, na Praça Brandão de Vasconcelos, Arouca, por Avelino Vieira
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Chafariz, na Praça Brandão de Vasconcelos, Arouca, por Avelino Vieira
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